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Leguminosas e derivados

Feijão carioca cozido

Segundo a TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil, cada 100 g de feijão carioca cozido tem 76 kcal, 4.8 g de proteína, 13.6 g de carboidrato, 0.5 g de gordura e 8.5 g de fibra.

  • Sem glúten
  • Sem lactose
  • Vegetariano
  • Vegano
76 kcal
4.8g Proteína
13.6g Carboidrato
0.5g Gordura
8.5g Fibra

Por 100 g, segundo a TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil.

Na porção usual

Numa porção usual de 80 g (1 concha), feijão carioca cozido tem:

  • 61 kcal
  • 3.8 g de proteína
  • 10.9 g de carboidrato
  • 0.4 g de gordura
  • 6.8 g de fibra

Recalculado a partir dos valores por 100 g da TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil.

O que este alimento carrega

  • Fonte de fibra: 8.5 g por 100 g.

A TACO não registra teor relevante de vitamina C, vitamina A, folato, vitamina B12 para este alimento (valor 0 na tabela).

Substituições equivalentes

Porção de feijão carioca cozido (1 concha (100g)) e o que rende a mesma troca do grupo "Leguminosas ~ 15g carbo + 8g prot" nas outras opções abaixo.

Comparação com leguminosas e derivados

Feijão carioca cozido é o em carboidrato entre os 13 alimentos de leguminosas e derivados nesta base, calculado pela TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil.

Alimento kcal Proteína (g) Carboidrato (g) Fibra (g)

Valores por 100 g, TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil. Clique num cabeçalho pra ordenar.

Micronutrientes (por 100 g)

Cálcio 27 mg
Ferro 1.3 mg
Sódio 2 mg
Potássio 245 mg
Zinco 0.5 mg
Vitamina C 0 mg
Vitamina A (RAE) 0 mcg
Folato 0 mcg
Vitamina B12 0 mcg
Magnésio 42 mg
Fósforo 72 mg

Fonte: TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil, via base de dados do Darwin.

Sobre feijão carioca cozido

De onde vem

O feijoeiro comum, Phaseolus vulgaris, é uma planta originária do continente americano, com centros primários de diversidade genética identificados pelos pesquisadores; o centro mesoamericano, que vai do sudeste dos Estados Unidos ao Panamá, é apontado como origem das variedades de grãos pequenos, entre elas os tipos cultivados no Brasil, segundo documento técnico da Embrapa. A mesma publicação registra que, no Brasil, o cultivo do feijoeiro remonta a mais de dois mil anos, com sementes de feijão encontradas em cavernas desse período. O grão do tipo carioca, bege com listras marrom-claras, resulta de décadas de melhoramento genético conduzido pela pesquisa pública brasileira, como no caso da cultivar Pérola, lançada pela Embrapa Arroz e Feijão em 1996.

Quem consome, no Brasil

Segundo estimativas da Embrapa Arroz e Feijão, o consumo médio aparente per capita de feijão-comum no Brasil foi de 12,8 kg por habitante em 2023, valor inferior aos 18,8 kg por habitante registrados em 1996. Do feijão comum consumido no país, 56% é do tipo carioca e 21% do tipo preto. A Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018 do IBGE registrou o feijão entre os alimentos citados por 60,0% da população no primeiro dia de recordatório alimentar, com consumo médio de 142,2 gramas por dia.

Para que serve na alimentação

O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, classifica o feijão entre os alimentos in natura e minimamente processados que a publicação aponta como base de uma alimentação adequada, ao lado do arroz e de outros cereais e leguminosas. Uma publicação técnica da Embrapa descreve que arroz e feijão, consumidos isoladamente, têm perfis proteicos incompletos, mas se complementam quando consumidos juntos, pois cereais e leguminosas têm aminoácidos essenciais limitantes diferentes, o que resulta em um perfil mais completo de aminoácidos quando os dois são combinados na mesma refeição.

Quando se usa

A combinação de arroz com feijão está presente no dia a dia da alimentação brasileira, ao lado de outras preparações culinárias que reúnem os dois alimentos, como baião de dois, feijão tropeiro, tutu de feijão, feijoada e arroz carreteiro, conforme descreve publicação da Embrapa sobre a importância do arroz e do feijão na alimentação do país.

Um detalhe que quase ninguém conta

A cultivar Pérola, do grupo comercial carioca, foi lançada pela Embrapa Arroz e Feijão em 1996 e, cinco anos depois de sua indicação, já ocupava cerca de 70% de toda a área cultivada no Brasil com feijão do tipo carioca, segundo publicação da Embrapa sobre cultivares de feijão.

Fontes desta seção

Cada afirmação acima tem fonte na lista. Onde não há fonte, não há afirmação: o texto simplesmente não é publicado.

Perguntas frequentes

Quantas calorias tem feijão carioca cozido?

Feijão carioca cozido tem 76 kcal por 100 g. Numa porção usual de 80 g (1 concha), são 61 kcal, segundo a TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil.

Feijão carioca cozido tem quanta proteína?

Feijão carioca cozido tem 4.8 g de proteína por 100 g, segundo a TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil.

Feijão carioca cozido tem vitamina C?

Não: a TACO, NEPA/Unicamp, 4ª edição, Campinas, São Paulo, Brasil não registra teor de vitamina C, vitamina A, folato, vitamina B12 para feijão carioca cozido (valor 0 na tabela).

Quem acompanha carboidrato de perto costuma variar as fontes ao longo da semana. O Darwin registra feijão carioca cozido e o restante da refeição no histórico do dia, pra ficar fácil olhar pra trás depois. Ajustar quantidade e frequência é papel de um nutricionista ou treinador que conheça o objetivo da pessoa.