Tabla de 34 refrescos: azúcar, sodio y las reglas de la etiqueta
Comparador filtrable con 34 refrescos en la regla de 100 ml, con la fuente de cada número, más las reglas de la ANVISA que dejan que una etiqueta correcta pase la impresión equivocada.
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Publicación: sin fecha registradaActualización: sin fecha registrada
4 kcales lo que un producto puede tener de verdad y aun declarar cero calorías en la tabla nutricionalIN ANVISA 75/2020, Anexo IV
7,5 gde azúcar añadido por 100 ml es el límite que obliga a la lupa ALTO EN en bebida, la mitad del límite del alimento sólidoIN ANVISA 75/2020, Anexo XV
11,5 gde azúcar por 100 ml en el energético Monster, por encima de los 10,5 g de la Coca-Cola OriginalEtiquetas oficiales, septiembre de 2026
Una etiqueta de refresco habla en 100 mililitros. Nadie bebe 100 mililitros. La lata tiene 350, la botellita tiene 500, la botella para compartir tiene dos litros. Esa diferencia entre la unidad en la que el número se publica y la unidad en la que la bebida se consume es lo primero que separa lo que la etiqueta dice de lo que la persona entiende.
Este texto acompaña un comparador con 34 refrescos brasileños, cada fila con la fuente del número. La tabla responde "cuánto tiene". El texto responde una pregunta diferente y menos obvia: por qué el envase puede decir la verdad y aun así dejarte con la impresión equivocada.
O que estes 34 rótulos mostram
A conta que interessa não é a de 100 ml, que é como o rótulo fala, e sim a da lata que a
pessoa bebe. Entre os refrigerantes desta tabela que têm açúcar e publicam o número, o valor
do meio é 8,4 g por 100 ml. Numa lata de 350 ml, isso dá cerca de
29,3 g de açúcar, o equivalente a algo perto de
6 colheres de chá rasas. O mais doce da lista é o Guaraná Jesus, com
10,57 g por 100 ml; o menos doce entre os que ainda têm açúcar é o
Schweppes Tônica Rosé Frutas Vermelhas, com 4,27 g.
Em caloria a distância é a mesma história: a mediana dos que não são zero fica em
34 kcal por 100 ml, ou 118,8 kcal na lata, e o topo
é o Guaraná Maçã Poty, com 48 kcal por 100 ml. Do outro lado,
10 produtos da tabela declaram zero caloria no próprio rótulo.
Não é arredondamento nosso: é o número que o fabricante publica.
Duas coisas que a tabela deixa ver e que quase ninguém procura. A primeira é o sódio: dá para
ordenar a coluna e descobrir que o Schweppes Tônica Limão com Toque de Sal tem 97,7 mg por
100 ml, muito acima do resto, porque sal faz parte da receita dele. A segunda é que refrigerante
zero não é uma categoria pequena de nicho: das 34 linhas, 10 são versões sem
açúcar de produtos que também existem na versão original, e dá para comparar as duas lado a lado
filtrando pela coluna Versão.
Sobre guaraná, que é o pedido mais frequente: são 11 guaranás aqui, contra
6 colas e 5 águas tônicas. Vale ordenar por caloria dentro do
filtro de guaraná, porque a diferença entre o mais leve e o mais pesado da própria categoria é
maior do que a diferença média entre guaraná e cola.
E 2 produtos entram sem número nenhum de propósito: o fabricante não
publica a tabela em lugar nenhum que a gente pudesse conferir, e inventar o valor seria pior
do que deixar em branco.
Comparando agora
Coca-Cola Original vs Coca-Cola Zero Açúcar
Compare até 3 refrigerantes · valores e fontes da base
Nesta tabela, melhor quer dizer kcal/100 ml menor, carboidrato menor, açúcar menor, sódio menor. O verde e o vermelho marcam o melhor e o
pior valor entre as linhas que estão filtradas neste momento, e mudam quando o filtro muda.
Coluna que é questão de gosto, e não de saúde, fica de fora do destaque de propósito.
Não achamos nenhuma fonte que publique a tabela deste produto de um jeito conferível: a página do fabricante não traz o produto, e as lojas testadas ou não publicam a tabela ou só a mostram depois que o JavaScript roda. Os valores abaixo vêm de uma dessas páginas e não puderam ser confirmados na origem. Ele fica aqui porque é um clássico de bar, mas trate como aproximação.
Fontes divergiram muito neste produto: numa primeira busca apareceram 85, 21 e 32 kcal por 100 ml, valores incompatíveis entre si. O número publicado aqui (39 kcal) é o mais recente e o único conferido no HTML da própria página, a partir de 105 kcal na lata de 269 ml. Carboidrato, açúcar e sódio continuam em branco porque a mesma página só traz a linha de calorias.
Todos os valores são por 100 ml, a base padrão de rótulo no Brasil. Quando o rótulo
trazia outra porção (200 ml, 220 ml, 269 ml, 310 ml, 350 ml), o número foi dividido para 100 ml.
Fonte e data de leitura em cada linha. A coluna "Fonte é" diz de onde veio cada linha: "Oficial" é o fabricante ou uma
tabela oficial de governo; "Rótulo via loja" é o rótulo reproduzido por um varejista, com a
tabela conferida no HTML da própria página; "Fonte fraca" é o caso em que não deu para conferir
o número na origem, e essas linhas trazem por escrito, logo abaixo, qual é o problema. Elas
continuam aqui de propósito, porque são produtos conhecidos demais para sumir da comparação, e
dá para escondê-las filtrando a coluna por "Oficial". Um traço na célula quer dizer que a fonte
não publica aquele valor, e nunca que ele é zero: zero só aparece quando o rótulo declara zero.
O que parece leve nesta tabela e não é
Esta é a parte que só aparece quando se cruza uma coluna com a outra, e é o motivo de a
tabela existir. Nenhuma das frases abaixo é opinião: todas saem das linhas que estão logo
acima, e você pode conferir cada uma filtrando e ordenando.
"Sem açúcar" não quer dizer zero caloria. São coisas diferentes, e a lei
trata como diferentes: tirar o açúcar não obriga a caloria a sumir. Nesta tabela,
um produto vendido como sem açúcar ainda declara caloria: o Schweppes Tônica Sem Açúcar, com 1,71 kcal por 100 ml, ou 6 kcal na lata de 350 ml.
É pouco, e para a maioria das pessoas não muda nada no dia. O que muda é a confiança: se o
rótulo pode dizer "sem açúcar" e ainda ter caloria, ler o número é sempre melhor do que
ler a frase da frente da lata.
O refrigerante zero tem mais sódio que o normal. Este é o achado mais
contraintuitivo da tabela. Entre os 9 produtos zero ou sem açúcar que
declaram sódio, o valor do meio é 14 mg por 100 ml. Entre os
19 regulares, é 7,5 mg. Ou seja: trocar para a
versão zero, nesta amostra, tende a aumentar o sódio, não a reduzir. A explicação provável
está na própria lista de ingredientes desses produtos, porque vários adoçantes usados no
Brasil são sais de sódio, como o ciclamato de sódio e a sacarina sódica. Duas ressalvas
honestas: a amostra é pequena, e a quantidade envolvida é modesta perto do sal da comida.
Vale saber, não vale entrar em pânico.
E o que o sódio faz, afinal. Sódio em excesso eleva a pressão arterial, e
pressão alta é o principal caminho para infarto e AVC. A Organização Mundial da Saúde
recomenda menos de 2000 mg de sódio por dia, o equivalente a menos de 5 g de sal, e associa
1,7 milhão de mortes por ano no mundo ao consumo acima disso. O brasileiro está bem longe
dessa marca: a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE aponta 4,7 g de sódio por 2000 kcal
disponíveis por domicílio, mais que o dobro do limite. Só que a bebida não é o motivo. Na
mesma medição, 55% do sódio da dieta vem do sal de cozinha e dos ingredientes culinários, e
cerca de 39% vem de alimentos processados e ultraprocessados. Bebida não aparece na conta. A
lata de 350 ml do Schweppes Tônica Limão com Toque de Sal, que é o topo desta tabela, tem 342 mg de
sódio, ou 17,1% do limite do dia inteiro. É por isso que o achado do parágrafo
anterior vale como leitura de rótulo e não como alarme: a coluna de sódio serve para mostrar
que "zero" não quer dizer "sem nada", e não para transformar refrigerante em vilão do sal.
Quem quiser mexer no sódio de verdade mexe no saleiro e no ultraprocessado, não na lata.
Água tônica é refrigerante, não é água com gás. O nome engana, e o hábito
de servir tônica como se fosse o "acompanhamento leve" do drinque vem daí. A tônica mais
doce desta tabela é a Schweppes Tônica, com
9 g de açúcar por 100 ml, contra
10,5 g da Coca-Cola Original. São bebidas do mesmo patamar,
e a diferença entre elas é menor do que quase todo mundo imagina.
Zero caloria e leve não são sinônimos. H2OH! Limoneto tem 0 kcal e 43,9 mg de sódio por 100 ml; Diet Dolly Cola tem 0 kcal e 20 mg de sódio por 100 ml; Kuat Zero tem 0 kcal e 17,1 mg de sódio por 100 ml; Sprite Zero Açúcar tem 0 kcal e 15,5 mg de sódio por 100 ml.
Um produto pode zerar de um lado e pesar do outro, e a única forma de perceber isso é olhar
mais de uma coluna. Ordene a coluna de sódio da maior para a menor e veja quem aparece no
topo: não são os refrigerantes que a gente chamaria de pesados.
La regla que permite que un cero no sea cero
Existe un umbral en la legislación brasileña que casi nadie conoce y que explica buena parte de las sorpresas de etiqueta. La Instrucción Normativa 75 de 2020 de la ANVISA, en el Anexo IV, define qué son "cantidades no significativas": por debajo de esos valores, el fabricante puede declarar cero en la tabla nutricional.
La etiqueta puede declarar cero hasta
Valor real
Valor energético
4 kcal
Azúcares
0,5 g
Carbohidratos
0,5 g
Grasas totales
0,5 g
Sodio
5 mg
Esos límites valen por porción o por 100 mililitros, lo que sea la base de declaración del producto. La misma tabla de valores aparece en la RDC 54 de 2012, que es la norma que autoriza escribir la palabra "cero" o "no contiene" en el frente del envase. Las dos fueron armonizadas a propósito.
En la práctica eso significa que un refresco que declara cero calorías puede tener hasta 4 kcal por porción de verdad. En una lata, la diferencia es irrelevante para el cuerpo. Para la confianza en la etiqueta, no: si "cero" quiere decir "menor o igual a un poquito", leer el número de la tabla siempre es mejor que leer la palabra del frente.
Un caso concreto del comparador de arriba va en sentido contrario y merece registro. La Schweppes Tônica Sem Açúcar declara 6 kcal en la lata de 350 ml. Convertido a la porción de 200 ml que la norma usa, eso da cerca de 3,4 kcal, es decir, por debajo de las 4 kcal que permitirían escribir cero. El fabricante podía haber redondeado y no redondeó. Vale decirlo con la misma claridad con que se señala lo contrario.Etiqueta Schweppes reproducida por minorista, conferida en el HTML de la página; límite de la IN 75/2020, Anexo IV
Cuatro palabras, cuatro reglas diferentes
"Cero", "sin adición de azúcares", "diet" y "light" parecen sinónimos en el estante y no lo son. Cada una responde a una norma distinta, y solo una de ellas habla de ausencia de azúcar.
Cero azúcar o no contiene azúcar: como máximo 0,5 g de azúcares por 100 ml y por porción. Es la única de las cuatro que promete ausencia.
Sin adición de azúcares: significa solo que no se añadió azúcar en la fábrica. El producto puede ser naturalmente dulce y calórico. La norma lo admite de forma explícita: cuando el producto no atiende al criterio de exento, está obligado a traer la frase "contiene azúcares propios de los ingredientes" al lado de la alegación.
Diet: quiere decir restricción de algún nutriente, elegido por el fabricante. Puede ser grasa, proteína o sodio, y no necesariamente azúcar. Solo cuando la restricción declarada es la de azúcares el límite equivale al "no contiene".
Light o reducido: exige un 25% menos de calorías o de un nutriente específico en relación con el producto convencional del mismo fabricante, o con la media de tres productos de referencia. Es una comparación relativa, nunca un patrón absoluto de calidad. Si el producto de referencia ya era muy dulce, un 25% menos sigue siendo muy dulce.
Base normativa de las cuatro definiciones de arriba: RDC ANVISA 54/2012, Anexo, ítems 5.1 y 5.2, y Portaria SVS/MS 29/1998, ítem 8.1.2, para "diet".
La lupa del frente del envase ve menos de lo que parece
Desde el etiquetado frontal, algunos productos cargan la lupa "ALTO EN AZÚCAR AÑADIDO". El límite que obliga a ese aviso está en el Anexo XV de la IN 75/2020, y es diferente para bebida y para comida.
Nutriente
Sólido, por 100 g
Líquido, por 100 ml
Azúcares añadidos
15 g o más
7,5 g o más
Grasa saturada
6 g o más
3 g o más
Sodio
600 mg o más
300 mg o más
Dos detalles cambian la lectura. El primero: el límite de bebida es exactamente la mitad del de sólido, lo que reconoce que el líquido baja más fácil y en mayor volumen. El segundo: la cuenta se hace sobre 100 mililitros del producto listo, y no sobre la porción que la persona realmente toma de una vez. Un producto vendido en envase pequeño puede entregar bastante azúcar en un solo trago y seguir sin ninguna lupa, porque la evaluación legal no mira el envase.
Vale la pena saber que ese aviso funciona. En Chile, que adoptó etiqueta frontal de advertencia antes que Brasil, la compra de bebidas marcadas como altas en azúcar cayó 23,7% después de la ley, el equivalente a casi 23 mililitros por persona por día.
El punto de corte brasileño es reconocidamente más permisivo que el recomendado por la Organización Panamericana de la Salud y que el usado en Chile y en México. Eso no es acusación de mala fe de ningún fabricante: es una elección regulatoria, hecha de forma pública, y el efecto práctico es que productos bastante dulces quedan por debajo del símbolo de alerta.
Lo que no se llama refresco y se comporta como uno
Esta es la parte que la tabla de arriba no alcanza, porque esos productos no se venden como refresco. Todos los números de abajo fueron conferidos en la etiqueta publicada por el propio fabricante o reproducida por minoristas, y están convertidos a la misma regla de 100 mililitros usada en el comparador.
Producto
Azúcar por 100 ml
Porción de la etiqueta
Energético Monster
11,5 g
23 g en 200 ml
Bebida láctea de chocolate Nescau
10,6 g
19 g en 180 ml
Coca-Cola Original, para referencia
10,5 g
21 g en 200 ml
Té helado Matte Leão Original
7,3 g
22 g en 300 ml
Isotónico Powerade Naranja
5,4 g
27 g en 500 ml
Agua de coco Do Bem, integral
5 g
10 g en 200 ml
Té helado Leão Ice Tea Durazno
4,3 g
8,6 g en 200 ml
El energético y el achocolatado listo superan a la Coca-Cola en azúcar por mililitro. El isotónico, que carga atractivo deportivo, declara 27 g de azúcar en la botella de 500 ml, y la etiqueta informa que los 27 g son todos añadidos. El té helado, que carga atractivo de bebida natural, queda en 7,3 g por 100 ml, justo por debajo de los 7,5 g que obligarían a la lupa. No hay cómo afirmar que eso fue calculado para quedar por debajo del límite, y este texto no lo afirma. Lo que se puede afirmar es el número.
El agua de coco es el contraejemplo honesto de la lista, y por eso está aquí. Los 10 g de azúcar en 200 ml son de fruta, y la etiqueta declara cero azúcar añadido. Es el mismo azúcar en gramo, con origen diferente, y la diferencia importa para la lupa pero no para la caloría.Etiquetas conferidas en el HTML de las páginas oficiales de Coca-Cola Brasil y en reproducción de etiqueta por minorista, septiembre de 2026
¿Cambiar por el cero sirve de algo?
Esta es la pregunta que todo el mundo hace y que merece una respuesta en dos partes, porque la evidencia responde diferente según lo que se cambie.
Cambiar azúcar por edulcorante reduce calorías. Una revisión de 2024 encontró una reducción media de 175 kcal por día en quien sustituyó bebidas azucaradas por versiones con edulcorante, con intervalo de confianza de 54 a 296 kcal y certeza clasificada como alta. Es decir, no existe una compensación misteriosa que devuelva todo lo que se cortó.
Cambiar agua por refresco cero no reduce nada. En la misma revisión, comparando bebida con edulcorante contra agua pura, la diferencia fue de 30 kcal más por día, con intervalo de confianza que atraviesa el cero y certeza clasificada como baja. Traduciendo: no se puede afirmar que exista diferencia, ni en un sentido ni en el otro.
Las dos frases juntas dicen una sola cosa. El refresco cero es un cambio mejor que el refresco común, y no es un cambio mejor que el agua. Quien viene del azúcar gana algo; quien viene del agua no gana.
Cómo usar la tabla de arriba
Tres cosas que la tabla hace y que el envase no deja hacer.
Comparar en la misma regla. Todos los valores están por 100 ml, independientemente de que la etiqueta original hable en 200 ml, 350 ml o 500 ml. Comparar dos refrescos por el número impreso en la lata, sin convertir, es comparar cosas diferentes.
Cruzar dos columnas. Ningún producto es malo o bueno en una sola dimensión. Ordenar por caloría y después mirar la columna de sodio cambia quién aparece en la cima.
Mirar de dónde vino el número. La columna de fuente dice, fila por fila, si el dato es del fabricante, de un minorista reproduciendo la etiqueta o de una fuente que no se pudo conferir en el origen. Cuando las fuentes divergen, eso está escrito en la propia fila, y no escondido.
La frontera
Nada aquí es recomendación de consumo. Cuánto azúcar cabe en tu día depende de tu gasto, del resto de tu alimentación, de tus análisis y de condiciones que solo un profesional puede evaluar. La Organización Mundial de la Salud recomienda mantener los azúcares libres por debajo del 10% de la energía diaria, con beneficio adicional esperado por debajo del 5%, y eso es una referencia poblacional, no una prescripción individual.
Lo que este texto hace es menor y más concreto: poner los números lado a lado, decir de dónde vino cada uno y explicar las reglas que hacen que un envase correcto produzca una impresión equivocada. Qué hacer con eso es decisión tuya, de preferencia con quien tiene formación para orientar.
Por qué registrar
Una lata aislada no cambia nada. Cinco por semana, a lo largo de un año, cambian. La diferencia entre los dos casos no está en la bebida, está en el tiempo, y tiempo es exactamente lo que nadie consigue estimar de memoria.
El Darwin guarda ese histórico. Registra lo que consumes y lo que entrenas a lo largo de los meses, para que se pueda mirar atrás y ver una línea en vez de juzgar todo por el día de hoy. Y cuando busques un nutricionista, llegas con dato en vez de recuerdo, lo que cambia bastante lo que esa persona consigue hacer por ti.
Si quieres continuar por la misma lógica, el comparativo de jugos muestra el caso en que el envase más engaña, el de cervezas y el de vinos hacen la misma cuenta para el alcohol, y la base de alimentos con datos oficiales tiene el resto.
Respuestas sobre el tema
Preguntas frecuentes
01
Nutrición & Metabolismo
¿Un refresco que dice cero calorías tiene de verdad cero calorías?
No siempre. La legislación brasileña permite declarar cero cuando el valor real es de hasta 4 kcal por porción o por 100 ml (IN 75/2020, Anexo IV). En la práctica la diferencia es irrelevante para el cuerpo, pero muestra que la palabra del frente del envase es una franja, no un valor exacto. En el comparador de arriba hay un caso que va en el sentido opuesto: la Schweppes Tônica Sem Açúcar declara 6 kcal en la lata, aun pudiendo haber escrito cero.
¿Cuál es la diferencia entre cero, diet y light?
Son tres reglas diferentes. Cero o no contiene azúcar exige como máximo 0,5 g de azúcares por 100 ml. Diet quiere decir restricción de algún nutriente elegido por el fabricante, que puede ser grasa o sodio, y no necesariamente azúcar. Light exige solo un 25% menos de calorías o de un nutriente en relación con el producto convencional del mismo fabricante, lo que es una comparación relativa y no un patrón de calidad.
¿El refresco cero tiene más sodio que el normal?
En esta muestra, sí. Entre los productos cero o sin azúcar que declaran sodio, el valor del medio es mayor que entre los regulares. La explicación probable está en la lista de ingredientes: varios edulcorantes usados en Brasil son sales de sodio, como el ciclamato de sodio y la sacarina sódica. La muestra es pequeña y la cantidad es modesta junto a la sal de la comida, así que vale saberlo, no vale entrar en pánico. Se puede comprobar ordenando la columna de sodio en el comparador de arriba.
¿El agua tónica es más ligera que el refresco?
No. El agua tónica se clasifica como refresco y la versión común tiene azúcar en cantidad parecida con la de una cola. En el comparador de arriba se puede filtrar por el tipo tónica y comparar lado a lado. Hay incluso un caso en que la tónica tiene casi cinco veces el sodio de un refresco común, porque lleva sal en la receta.
¿Cambiar el refresco común por el cero ayuda a adelgazar?
Depende de qué se esté cambiando. Una revisión de 2024 encontró una reducción media de 175 kcal por día cuando las bebidas azucaradas fueron sustituidas por versiones con edulcorante, con certeza clasificada como alta. En la comparación con agua pura, sin embargo, la diferencia fue de 30 kcal más por día, con intervalo de confianza que atraviesa el cero. Es decir: mejor que la azucarada, igual que el agua. Cuánto significa eso para ti es evaluación de nutricionista, no de tabla.
Contenido educativo. No sustituye la consulta con nutricionista o médico. El plan alimentar individualizado es acto privativo del nutricionista según la ley brasileña (Ley 8.234/91). Fuentes citadas con enlace para verificación. Imágenes bajo la Licencia Unsplash (uso libre, incluso comercial).
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